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Eduardo Costa revela passado difícil: “Morei em um bordel por necessidade”

Eduardo Costa revela passado difícil: “Morei em um bordel por necessidade”

Em entrevistas, sertanejo recordou a falta de comida, a responsabilidade pelos irmãos e as dificuldades para conquistar espaço na música

Eduardo Costa já relatou que a falta de condições financeiras o levou a morar em um bordel antes da consolidação da carreira. A declaração foi feita durante uma participação no programa “De Frente com Gabi”, em uma conversa sobre dificuldades pessoais e profissionais.

“Eu morei em um bordel por necessidade”, afirmou Eduardo Costa. O depoimento se soma a outros relatos sobre sua infância difícil e a responsabilidade de ajudar a sustentar os irmãos, muito antes dos grandes palcos.

Na entrevista a Marília Gabriela, o cantor sertanejo também recordou momentos de privação. “Cheguei a passar necessidade de não ter comida, não ter um pão”, contou, ao descrever a distância entre aquela realidade e o reconhecimento conquistado posteriormente.

Eduardo Costa contou que ficou sem alternativa de moradia

A declaração sobre o bordel foi apresentada pelo próprio artista como parte de uma fase de necessidade. Seu relato tratava da dificuldade de encontrar onde morar, e não de uma atividade profissional exercida naquele estabelecimento.

A conversa no “De Frente com Gabi” percorreu diferentes aspectos de sua trajetória. Ao falar sobre relacionamentos, o músico também afirmou que a aparência, sozinha, não determinava seu interesse por alguém.

“Mulheres bonitas têm muitas, mas eu me apaixono pelo conteúdo, pelo jeito da pessoa”, disse. A entrevista reuniu, assim, lembranças da vida pessoal e experiências anteriores à projeção nacional.

Responsabilidade pelos irmãos começou ainda na infância

Eduardo Costa (Foto: Redes Sociais)
Eduardo Costa (Foto: Redes Sociais)

Em outra participação na televisão, no “Faustão na Band”, Eduardo descreveu como assumiu responsabilidades familiares quando ainda era criança. Segundo contou, precisou ajudar a cuidar de dois irmãos pequenos aos 12 anos.

O relato associa essa mudança a problemas enfrentados pela família. A necessidade de contribuir para o sustento apareceu cedo, em uma fase na qual o artista ainda construía sua relação com o trabalho e com a música.

Ao mesmo tempo, o ambiente familiar oferecia referências musicais. “A gente é de uma família de pessoas que cantam. Meu avô era acordeonista, meus tios todos tocam”, lembrou durante a conversa com Faustão.

As duas experiências caminham juntas em suas recordações: a infância difícil não impediu o contato com os instrumentos e com o canto, que mais tarde se tornariam o centro de sua vida profissional.

Timbre parecido com o de Zezé Di Camargo gerou comparações

As dificuldades do início da carreira também envolveram a maneira como sua voz era recebida. Eduardo contou que ouviu previsões de que não conseguiria fazer sucesso porque seu timbre lembrava o de Zezé Di Camargo.

“Diziam que eu nunca ia fazer sucesso por ter o timbre parecido com o do Zezé Di Camargo”, afirmou no “De Frente com Gabi”. A comparação, segundo sua lembrança, era apresentada como um obstáculo para conquistar identidade própria no mercado.

Uma situação ilustrou essa confusão: “Uma vez montaram um CD pirata com as minhas músicas e a foto do Zezé na capa”. O episódio foi narrado pelo artista como uma curiosidade daquele período, não como um lançamento oficial.

Da falta de recursos à construção de uma carreira

Antes das apresentações de maior porte, o caminho profissional passou por espaços menores e pelo aprendizado diante de diferentes públicos. As lembranças das dificuldades ajudam a contextualizar esse percurso sem transformar cada episódio em uma história recente.

O trabalho posteriormente se ampliou para gravações, turnês e projetos compartilhados. Entre eles está o “Cabaré”, desenvolvido com Leonardo, que acrescentou um capítulo à trajetória dos dois intérpretes.

Para acompanhar os compromissos profissionais do artista, o público pode consultar a agenda de shows de Eduardo Costa e conferir as informações atualizadas de cada apresentação.

Os relatos de Eduardo Costa preservam uma parte de sua história anterior ao reconhecimento: a falta de comida, a busca por moradia e a responsabilidade pela família. São experiências que o próprio cantor sertanejo escolheu compartilhar ao explicar como chegou à música e permaneceu nela.

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